Uma das principais dúvidas que chegam à ABCR diz respeito a como remunerar um profissional de captação ou mobilização de recursos. Para repercutir esse tema, e promover a sua disseminação por todo o país, o Presidente da Diretoria Executiva da ABCR, João Paulo Vergueiro, escreveu um texto que foi publicado na última edição da Revista Filantropia.
O artigo, que foi originalmente escrito no início do ano para o site da ABCR, trata da relação das organizações com os captadores, das diferentes formas de sua remuneração, e apresenta também a visão do Código de Ética e Conduta dos Profissionais de Captação, no qual há dispositivos tratando da remuneração.
Confira aqui o texto original, na íntegra, e sinta-se a vontade para escrever-nos ou reproduzir o texto e ampliar o seu debate para com a sociedade.
Aos desde já interessados em saber mais, uma primeira dica: a remuneração do profissional exclusivamente baseada em um percentual do valor captado, o chamado “comissionamento”, não é a solução.
Melhores captadores, mais bem remunerados – e da maneira certa, considerando o seu perfil profissional – farão uma sociedade civil mais forte e preparada para sua sustentabilidade. E é isso que todos querem, inclusive a ABCR.