Captadores/as de recurso do mundo inteiro, uni-vos. A pandemia COVID-19 chegou desafiando nossa principal tarefa: criar relacionamento. Sim, pois quem não aproxima, não mobiliza.
O coronavírus apareceu sem que a gente pudesse se planejar e isolou as pessoas em suas casas, com as ressalvas de quem não teria como deixar de trabalhar e alguns que, assim como São Tomé, só acredita vendo (e vivendo).
No mundo inteiro, os governos, setores privados e a sociedade civil organizada estão preocupados com os impactos na população. Campanhas diversas sendo lançadas pra mobilizar doações e minimizar essa situação.
Por isso, insisto: captadores de recurso, uni-vos. A reclusão não será nossa omissão agora que, mais do que nunca, nossa missão deve fortalecer a cultura de doação no Brasil e no mundo.
O problema agora não é a economia parar, mas a solidariedade. Sem doação não há ação. Nenhum setor sozinho irá garantir o necessário para cuidar da saúde, nem das necessidades socioeconômicas que a pandemia trás consigo.
Converter os saberes e ações em captação de recursos no modo de prevenir e tratar as pessoas, desde a atitude básica de adquirir somente o necessário para que outras pessoas também tenham acesso, até o compreender que a causa é maior que qualquer disputa institucional, vai ser um exercício diário.
Portanto, consultem fontes de conhecimento e experiências, fortaleçam as campanhas solidárias, independente se estiver envolvido. Cultive nas pessoas a partilha e a fraternidade. Pois, em tempos de coronavírus, todo dia precisa ser “Dia de Doar”!
Texto de autoria de Eduardo da Amazônia, disponível em https://www.facebook.com/story.php?story_fbid=1632293050228038&id=222510171206340.