O Brasil tem inúmeras faculdades filantrópicas, centros de excelência espalhados pelo país, geralmente constituídas como fundações privadas. Nenhuma delas se encontra entre as melhores do mundo, ao contrário do que acontece com suas equivalentes americanas, cujas faculdades sem fins lucrativos, como Harvard, Stanford e Yale, são referências em ensino, pesquisa e extensão, e também em captação de recursos, recebendo milhões de dólares por ano de milionários do seu país.
Sobre este tema, o site da revista Época publicou, no dia 07 de junho, um artigo do professor Fernando Schüler, do Insper, uma faculdade filantrópica com sede em São Paulo.
No texto, o professor busca entender os motivos pelos quais as faculdades americanas recebem milhões de dólares dos filantropos de lá, enquanto nossas universidades recebem pouquíssimo.
O professor também compara o histórico de cada país, e analisa os incentivos fiscais existentes – no caso brasileiro, não há sequer um incentivo que possibilite a doação para projetos de educação, ou para fundos patrimoniais, outro tema tratado no artigo.
Para ler e refletir sobre esse texto, uma sugestão da ABCR, acesse-o na íntegra no link: http://epoca.globo.com/ideias/noticia/2015/06/por-que-os-milionarios-brasileiros-nao-doam-suas-fortunas-universidades.html